domingo, 18 de julho de 2010

Grupo estima que custo anual com Aids pode chegar a US$ 35 bilhões

LONDRES (Reuters) - A Aliança Internacional HIV/Aids alertou neste sábado que o custo anual de combate à epidemia de HIV deve alcançar os US$ 35 bilhões em 2030 se os governos não investirem corretamente em medidas de prevenção.
Na véspera de uma conferência internacional sobre a Aids em Viena, o grupo afirmou que o vírus da Aids, que já infecta cerca de 33,4 milhões de pessoas no mundo, é uma "custosa bomba relógio" para famílias, governos e doadores.
"Para cada duas pessoas que recebem tratamento, cinco outras são infectadas. A essa taxa, o gasto com HIV vai subir de US$ 13 bilhões agora para entre US$ 19 bilhões e US$ 35 bilhões em um espaço de tempo de 20 anos", disse Alvaro Bermejo, diretor executivo da aliança.
A aliança reúne grupos de caridade e de combate à doença ao redor do mundo.
Bermejo afirmou que autoridades encarregadas por programas de combate à doença no mundo precisam aumentar a prevenção ao reduzirem as barreiras que impedem que grupos marginalizados --usuários de drogas, prostitutas e homossexuais-- recebam tratamento e serviços para a doença.
Se as autoridades direcionarem os recursos para aqueles grupos mais afetados elas "vão reduzir o ritmo de novas infecções e ainda vão economizar dinheiro para aumentar a escala do tratamento".
O vírus de imunodeficiência humana (HIV), causador da Aids, é transmitido durante o sexo, pelo sangue e por agulhas e leite materno. Ele gradualmente reduz as defesas do organismo e pode levar vários anos para causar os sintomas. O vírus matou 25 milhões de pessoas desde que a pandemia começou no início da década de 1980.
Na África, região mais afetada pela doença com cerca de 67% da população convivendo com o vírus, o grupo percebe uma tendência cada vez maior de criminalização de homens que fazem sexo com outros homens em países como Uganda e Malawi.
Os dados mais recentes, de 2008, mostram que o número anual de novas infecções de HIV estava em 2,7 milhões, o mesmo de 2007. Em 2001, a taxa era de 3 milhões.

Fonte: Universo Online

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A História da Fita Vermelha...

O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de Aids. A Atriz Elizabeth Taylor patrocinou a confecção do símbolo.


O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do vírus, divulgar as necessidades dos que vivem com o HIV/Aids e angariar fundos para promover prestação de serviços e pesquisas.


O laço vermelho foi escolhido pela sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.


Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991.


Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Mas, ao contrário disso, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a Aids, reforçando a necessidade de ações, pesquisas e, principalmente, de solidariedade aos que convivem com o HIV/Aids.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Atividades de junho 2010

Olá, amigos
Como estão?
Escrevo-lhes para passar algumas informações das atividades que fizemos no mês de junho/10:
- Fórum LGBTT - Participamos do Fórum LGBTT pela segunda vez, nosso objetivo e fortalecer nosso vinculo com outras ONGs que trabalham no segmento LGBTT e fazer possíveis parcerias.
- VIII Congresso Nacional de HIV/AIDS e Hepatites Virais – Participamos representados pelo  Alexandre do Congresso, ocorrido em Brasília, de vários cursos, além de dar visibilidade a nossa ONG. Neste Congresso, aconteceu a aproximação com o Fórum das ONG’s-AIDS do Estado de São Paulo, onde aconteceu o convite para participarmos efetivamente deste âmbito de discussão.
- Filiação ao Fórum das ONG´s-AIDS do Estado de São Paulo que é uma iniciativa pioneira e bem sucedida de controle social em HIV e AIDS. A participação neste fórum tem como objetivo nos aproximar de outras ONG’s, bem como fortalecer nossa posição quanto a missão da Vanguarda. Neste ponto tivemos o apoio da nossa associada Vera, a qual gostaríamos de agradecer.
 - Planejamento de Atividades de difusão e obtenção de voluntários e associados em São Paulo.
Para o mês de julho pretendemos realizar algumas atividades e gostaríamos da participação de vocês. Algumas são:
- Reuniões para voluntários em São Paulo e Atibaia – Nesta reunião definiremos o que cada um Quer e Pode fazer como voluntário e possível associado.
- Participação nas atividades do Fórum ONG-Aids em São Paulo e Araçatuba.
- Campanha permanente de voluntários e associados.
- Campanha para obtenção de uma sede em Atibaia e para a sub-sede em São Paulo.
 Reiterando o convite, gostaríamos de contar com a participação de vocês da forma que puderem para o crescimento da Vanguarda. Acreditamos na máxima: “A união faz a força!”, porém para que ela funcione temos que colocar as mãos na massa.
Atenciosamente,

Vanguarda da Esperança
Twitter - @vanguardaesper

Denúncias contra a homofobia em São Paulo

Três canais estão a disposição dos cidadãos em São Paulo para denunciar casos de homofobia.

A Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual fica na Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania (Largo do Páteo do Colégio, 184, térreo, Centro) e recebe denúncias pelo telefone 3291-2700 e também pelo e-mail diversidadesexual@sp.gov.br.

O Núcleo de Combate à discriminação, Racismo e Preconceito, localizado na Defensoria Pública do Estado de São Paulo (Avenida Liberdade, 32, sala 3, 7º andar), atende pelo 3101-0155 e núcleo.discriminação@dpesp.sp.org.br.

E a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, da Secretaria de Segurança Pública (Rua Brigadeiro Tobias, 527, 3º andar, Luz), recebe denúncias pelo 3311-3556 e delitosintolerancia@ig.com.br.

ONGs/Aids do Estado de São Paulo criticam descaso de políticos com projeto de lei

O Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo critica a demora para a aprovação do PL. “É muito difícil conseguir colocar a aids na pauta do dia na Câmara dos Deputados, o que acaba sendo descaso dos políticos”, disse o presidente da organização, Rodrigo Pinheiro. 

Se houver aprovação, o PL deve passar ainda pelo Senado e depois pela Presidência da República.

A reportagem da
Agência de Notícias da Aids procurou pelo líder do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro, e pelo presidente, Michel Temer (PMDB-SP). As assessorias de imprensa de ambos informaram não existir ainda uma data prevista para a inclusão do PL na pauta da casa. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), não foi localizado. De acordo com o Fórum, os ativistas já solicitaram apoio destes políticos no tema.

Segundo o site da Câmara, os deputados Chico D'Angelo (PT-RJ), Eduardo Amorim (PSC-SE) e Iran Barbosa (PT-SE) fizeram requerimentos pedindo a inclusão do PL na pauta do dia.

Caso a lei seja sancionada, as pessoas vivendo com o vírus HIV não poderão sofrer nenhum tipo de discriminação. Por exemplo, a pessoa que impedir, recusar ou cancelar a inscrição de uma criança com HIV em uma creche ou estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, será penalizada. Negar emprego, segregar no ambiente de trabalho, divulgar a condição de um portador e exonerar ou demiti-lo de seu cargo também são exemplos que poderão ser crime.

O que o Projeto de Lei 6124/05 prevê:

Pena: de um a quatro anos de detenção

O que será considerado crime:
- Promover qualquer ato de distinção;
- Promover exclusão ou restrição;
- Dificultar a inscrição ou impedir a permanência de alunos portadores do HIV em escolas e creches;
- Promover a discriminação dos soropositivos em ambientes de trabalho;
- Exonerar ou demitir um portador do vírus de seu cargo ou função;
- Discriminar um portador em seu ambiente profissional;
- Divulgar a condição de um portador do HIV ou de doente de aids com o intuito de ofender-lhe a dignidade ou sem sua autorização;
- Recusar ou retardar o atendimento de saúde ao paciente.

Rodrigo Vasconcellos - Agência de Notícias da Aids

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Trabalhadores com direito abono do PIS têm até dia 30 para retirar o benefício

Quem não retirar até a data perde o direito ao valor

Termina nesta quarta, dia 30, o prazo para o trabalhador que tem direito ao abono do PIS, sacar o beneficio em qualquer agência da Caixa Econômica Federal. Quem não retirar o abono até esta data, pode perder o beneficio. Os benefícios que não forem retirados serão destinados ao fundo de amparo ao trabalhador.

Cada trabalhador tem direito a receber R$510,00. A caixa aguarda 614 mil trabalhadores que ainda não sacaram o dinheiro extra. E é no estado de São Paulo que estão os mais esquecidos, pelo menos 154 mil não retiraram o abono.

Para sacar o beneficio é preciso apresentar RG e comprovante de inscrição no PIS, direto no caixa de qualquer agência da CEF. Quem tiver cartão cidadão com senha pode sacar nos caixas de auto atendimento ou nas lotéricas, inclusive aos fins de semana.

Tem direito ao abono trabalhadores cadastrados no PIS até 2004, que tenham exercido pelo menos 30 dias, seguidos ou não, no ano de 2008, com carteira assinada por empregador contribuinte do PIS-Pasep.

Que tenha recebido, em média, até dois salários-mínimos mensais e que o empregador tenha informado corretamente seus dados de emprego na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do ano-base 2008.

No caso dos rendimentos tem direito ao saque o trabalhador que foi cadastrado no PIS até o dia 4 de outubro de 1988 e que tenha saldo de quotas do PIS. Atualmente também é permitido o saque da cota pelos motivos previstos em lei: aposentadoria, invalidez permanente, reforma militar, transferência para a reserva remunerada, Aids ou câncer do titular ou de seus dependentes, morte do titular, benefício assistencial ao portador de deficiência e ao idoso e participante com idade igual ou superior a 70 anos.

 

Mais informações pelo telefone: 0800-726-0101 ou no site da Caixa Econômica Federal. www.caixa.gov.br

VIII Congresso Nacional de HIV/AIDS e Hepatites Virais

Dedico está carta aos associados e parceiros que temos em nossa caminhada no intuito de tornamos uma ONG.

Caros amigos,

Gostaria de comunicar que foi muito produtiva a minha ida ao VIII Congresso Nacional de HIV/AIDS e Hepatites Virais, ocorrido neste mês em Brasília, onde tive oportunidade de fazer vários cursos e também de dar visibilidade a nossa ONG.

Particularmente, aprendi muito nesta viagem. Fiquei muito feliz com a oportunidade que tive de me manifestar e também com os frutos que minha fala rendeu. Obtive muitos elogios com isso, pelo bom senso que tive na questão de ativismo e coordenação de uma ONG.

Trouxe farto material que prontamente levei para o Posto de Saúde, que foi útil para o Programa Municipal de Saúde, estes materiais foram entregues para a Celina e também comuniquei os resultados para a Doutora Rita Bergo.

Esta atividade foi produtiva em vários âmbitos, aprendi a fazer acerto de contas e consegui inúmeros contatos.

Agradeço a RNP+ Campinas que possibilitou a minha ida ao Congresso, ao Fórum ONG/AIDS de São Paulo que coordenou muito bem a programação da viagem e ainda parabenizar a Marta pela sua disposição e competência em organizar nossa ida e resolver os problemas que apareceram.

Acreditamos que este é o momento de começarmos a trabalhar como uma ONG e seguir a nossa missão. Trabalharmos em prol daqueles que necessitam nos campos da prevenção, orientação, assistência e geração de renda.

Atenciosamente

Alexandre Chulvis
Vanguarda da Esperança