segunda-feira, 11 de julho de 2011

Arrecadação de roupas

A Vanguarda da Esperança está arrecadando roupas para distribuição aos atendidos da região de Atibaia, pois muitos não tem vestimentos para enfrentar este início de inverno...
Toda doação é bem-vinda e retiraremos nos locais....

Abraços a todos...

Tratamento contra a hepatite C fica mais longo

Governo divulgou novas normas para o tratamento contra a doença

O Ministério da Saúde vai atualizar o protocolo de tratamento de pacientes com hepatite C. Entre as novidades está a permissão ao médico de prolongar para até 72 semanas a terapia dos doentes que apresentam resposta lenta à medicação - cerca de 40% dos pacientes em tratamento.

Pela diretriz atual, o paciente é tratado até completar 48 semanas e, caso não esteja com a carga viral indetectável nessa fase, tem de pedir autorização para o Comitê Estadual de Hepatites Virais para conseguir a continuidade do tratamento.

Os casos são analisados individualmente e precisam ser justificados.

Outra novidade da portaria é que, em alguns casos específicos, a biópsia de fígado deixará de ser critério para que o doente possa ter acesso ao tratamento. Ela não será mais exigida para os pacientes com o tipo 2 e 3 da doença e também para aqueles com cirrose e sintomas bem estabelecidos.

Hoje, o paciente do SUS (Sistema Único de Saúde) pode demorar até um ano para conseguir fazer o procedimento.

Outro item abordado no documento será a inclusão de pacientes com os genótipos 2 e 3 da hepatite C no tratamento com interferon peguilado - droga mais moderna e com melhores resultados, que é usada atualmente apenas nos pacientes com o subtipo 1 do vírus, o mais comum.

Hoje, esses pacientes recebem a droga convencional.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/noticias/tratamento-contra-a-hepatite-c-fica-mais-longo-20110707.html

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Após HIV, piora na vida sexual difere entre homens e mulheres, revela estudo da USP


Estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP constatou que após o diagnóstico positivo de HIV, homens e mulheres sofrem piora em suas relações sexuais. Essa piora pode estar relacionada a inúmeros fatores, desde o desempenho até a frequência do ato sexual. Segundo a pesquisa, ao comparar homens e mulheres foi possível perceber que cada grupo considera diferentes variáveis como causas da piora na vida sexual.
A psicóloga Lígia Polistchuck estudou o assunto em sua dissertação de mestrado “Mudanças na vida sexual após o sorodiagnóstico para o HIV: uma comparação entre homens e mulheres”, que foi orientada pelo professor Ivan França Junior. Ela constatou que algumas concepções construídas social e culturalmente sobre os universos masculino e feminino podem exercer influência para piora na vida sexual. Segundo a psicóloga, além de se depararem com tais concepções, atualmente os soropositivos ainda enfrentam, de certa forma, um suporte às vezes não adequado dado pelas instituições que se dizem especializadas. “Este suporte os reduzem ao diagnóstico da doença, sem atentar para os outros fatores que auxiliariam na promoção de sua saúde”, afirma Lígia.
A pesquisa, baseada na análise de questionários respondidos por 979 portadores de HIV, aponta as variáveis mais relacionadas à piora tratando-se de cada sexo. Há variáveis que protegeriam os soropositivos da piora na vida sexual, chamadas “protetivas”, e também variáveis que colaborariam para o agravamento da vida sexual. Para cada sexo, variáveis diferentes apresentam-se como mais expressivas, sejam protetivas ou não.
Por exemplo, para as mulheres, a falha de suporte do serviço de saúde, em diversos aspectos, é considerada muito significativa como causa de piora na vida sexual. Já para os homens, ter o número de parceiras sexuais reduzido após o diagnóstico apresenta-se como questão expressiva para o agravamento na vida sexual. Isso não os ajuda na tentativa de manutenção do “ser homem”, uma construção sociocultural.
Como “protetiva”, “a facilidade para falar com psicólogo às vezes” apareceu no universo masculino. Curiosamente, ao contrário do que se esperava baseado no senso comum de que mulheres conversam mais com os médicos — psicólogos e outros profissionais da área —, esta variável não foi expressiva para o universo feminino. Apesar disso, “a não abertura para falar com ginecologista sobre as relações sexuais” foi considerada um motivo expressivo de piora. A partir desta comparação, Lígia pôde confirmar a importância de ser oferecido um espaço para que as pessoas que vivem com HIV possam falar da vida sexual com o profissional de saúde. Este, por sua vez, deve ter um olhar mais atento às demandas não tão óbvias, ou que não se associem somente à prevenção ou ausência de doença.


Vida financeira e uso de drogas
O trabalho constatou ainda que questões que dizem respeito à vida financeira também exercem influência para as mudanças na vida sexual de portadores. No caso dos homens e das mulheres, respectivamente, estar empregado e receber um salário mediano, por exemplo, é considerado importante para as mudanças na vida sexual. Os homens, caso desempregados, têm mais possibilidade de apresentar piora. Esta piora aconteceria porque o homem é cobrado e/ou se cobra quando o assunto é “desempenho”, “poder”, “prover”, colaborando para o que a pesquisadora apontou sobre a influência das construções socioculturais associadas à vida sexual, além do diagnóstico positivo para o HIV.
No que diz respeito às drogas, a variável “fazer uso de maconha”, sendo este uso prévio ou atual, não determinado, apareceu como variável protetiva para os homens. Segundo a pesquisadora, “é possível associar este dado a duas questões: os efeitos do uso podem trazer um relaxamento que é útil se pensarmos na cobrança frente ao desempenho do homem na cena sexual. Ainda, o uso de droga pode se associar a uma construção de masculino valorizada, a de correr riscos, a de uma vivência e um saber sobre esta esfera”. É importante lembrar, segundo Lígia, que o efeito do uso é singular em cada organismo, o que não permite generalizações.
Para as portadoras de HIV esta variável não surgiu como associada à piora na vida sexual, revelando o quanto homens e mulheres são influenciados por variáveis diferentes em suas relações afetivas a partir do diagnóstico.
A pesquisadora utilizou duas amostras de portadores do vírus do Estado de São Paulo para realizar seu estudo: soropositivos que recebiam tratamento pela Casa da Aids, do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), e pelo Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP. O estudo foi baseado em respostas a dois questionários: “Vulnerabilidade e o cuidado com as pessoas vivendo com HIV/Aids – Um estudo sobre a assistência às mulheres vivendo com HIV nos serviços públicos de saúde da cidade de São Paulo”, feito entre setembro de 1999 e fevereiro de 2000, e “Práticas sexuais e reprodutivas de homens vivendo com HIV que fazem sexo com mulheres na cidade de São Paulo”, realizado entre outubro de 2001 e fevereiro de 2002. Os questionários foram realizados por grupos de pesquisa interdisciplinar relacionados a universidades brasileiras.


Fonte: Agência USP de Notícias

sábado, 9 de abril de 2011

Brasil vai passar a produzir mais dois remédios contra AIDS

Parceria viabiliza produção nacional de mais dois medicamentos para soropositivos

O Brasil vai passar a produzir a partir deste ano mais dois antiretrovirais usados no tratamento de AIDS: o Atazanavir e o Raltegravir. O anúncio foi feito nesta semana após a assinatura, na última terça-feira, 5, de Parcerias Público-Privadas (PPPs) entre o Ministério da Saúde e a indústria farmacêutica que vão produzir ainda medicamentos para o mal de Alzheimer, artrite reumatóide e doença de Crohn.

O Atazanavir será produzido pelo laboratório público Farmanguinhos e o privado Bristol Myers/Nortec. Já o Raltegravir fica a cargo do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) e do Merck Sharp & Dohme (MSD)/ Nortec. A previsão do governo é economizar R$ 700 milhões em cinco anos.

terça-feira, 22 de março de 2011

PERDA DE RONALDO MUSSAUER - NOTA DE PESAR

PERDA DE RONALDO MUSSAUER - NOTA DE PESAR

PERDA DE RONALDO MUSSAUER - NOTA DE PESAR

Foi com enorme tristeza e pesar que o Grupo Pela Vidda-SP recebeu a notícia do falecimento, no dia 21 de março de 2011, de RONALDO MUSSAUER ex-presidente do Grupo Pela Vidda-RJ.

Ronaldo foi também diretor da Iniciativa Internacional de Vacinas contra Aids (IAVI), representante das ONGs no Comitê Nacional de Vacinas anti-HIV e atuou junto à Informática da então Coordenação Nacional de DST/AIDS.

Mas a maior lembrança que para sempre vamos guardar é a do ativista dedicado e firme, da figura querida e competente, da sua agudeza de espírito admirada por todos.

Ronaldo foi jóia rara que deixou sua marca no coração de todos nós que desbravamos caminhos e jamais desistimos da luta contra a Aids.

Manifestamos nossos sentimentos e expressamos nossa solidariedade aos amigos e aos familiares de Ronaldo.

AIDS... 30 anos depois.como pode faltar medicamento??

AIDS... 30 anos depois.como pode faltar medicamento??

Precisamos reagir... buscar senão a cura... a verdade...

Caros amigos, a AIDS doença inventada (na minha opinião), alguém se descuidou e espalhou esse vírus, tipo acontece naqueles filmes em que um cientista "maluco" deixa escapar o vírus sem querer, e afeta toda a humanidade. No seu inicio esse vírus se procriou entre as pessoas viciadas em drogas, entre homossexuais, entre as pessoas promiscuas, mas será que é assim? será que é a verdadeira história??? Não sou a pessoa mais indicada para afirmar, mas gostaria que alguém me dissesse como aconteceu, eu e o povo do mundo merecemos e ansiamos tal postura. Infelizmente só nos é imposto que temos que nos precaver, e graças a DEUS existem maneiras de prevenção, como a educação sexual que nos é sempre lembrada (parte teórica) e com o surgimento da "Camisinha" (parte prática), mas não é essa a minha maior polêmica. O que me aflige, é que estamos completando trinta anos com esse mal a nos rodear, lógico que tivemos muitos avanços para a busca da cura, como para a prevenção, porém o que me incomoda é que já estamos na 2ª geração dos infectados, ou seja, não são mais os viciados, os homossexuais, ou os promíscuos os afetados... temos agora os filhos dessa geração, pessoas jovens que não tiveram sequer oportunidade de se precaver... foram infectados na concepção sem poder ao menos defenderem-se, ou prevenirem-se... foram expostos ao vírus sem qualquer oportunidade de defesa ou de conhecimento. Graças ao avanço das pesquisas os medicamentos existentes dão uma vida normal aos portadores do "HIV", porém vocês não imaginam o que tais medicamentos causam aos seus usuários... em primeiro lugar as várias reações do organismo até que se adapte ao dito "medicamento", depois as quantidades e variedades do medicamento, o saber de que não se pode mais parar de ingerir tal "remédio", as frequentes visitas ao INFECTOLOGISTA, para saber do grau da resistência imunológica, você já imaginou??? pode saber como é a vida de um portador do vírus??? como são seus planos para o futuro??? sem dizer o "preconceito" que nós, a sociedade como um todo, temos para com os infectados... (consequência até que normal... para uma sociedade mal esclarecida) não é uma tarefa fácil conviver com a ideia de ter alguém próximo a nós com tal "doença", mas e o contagiado, você já se imaginou no lugar dele???lógico que poucos tem essa capacidade. Mas não quero aqui defender tabus ou levantar "bandeira" de defesa ao preconceito, seja ele qual for, pois acredito que estejamos crescidos para cada um em sua consciência saber o que é certo e o que seja errado nesse mal que assola a humanidade o tal "preconceito", a própria palavra por si só já diz tudo,"pré" conceito, nada deve ser julgado ou elitizado quando se tem um pré conceito, devemos ir a fundo e ter fundamentos para termos a conscientização seja em qual assunto for... Mas na verdade nem é isso o que me indigna nesse momento, o que me deixou aborrecido e incrédulo é a noticia de que estão faltando alguns medicamentos para esse já tão sofrido cidadão, portador do vírus... não consigo imaginar uma sociedade que se consiga deixar faltar o único alento a quem tanto necessita... me envergonho, entristeço não acredito, ou melhor não quero acreditar que seja possível... faltar remédio a quem precisa.

Fui essa semana a Câmara Municipal de Atibaia, em uma homenagem as mulheres , em comemoração ao dia 8 de Março, dia Internacional da Mulher (coisa que não concordo, pois TODOS os dias são dias dessas maravilhosas guerreiras...) dentre as 11 mulheres homenageadas, representando a todas as mulheres desse nosso município, duas me chamaram a atenção, uma professora de 29 anos menina angelical (Angélica, minha filha, não tive nada a ver com a indicação foram por seus méritos) e outra que fiz questão de guardar o nome Sra. ITAIS RAQUEL DUTRA, que me emocionou (pela segunda vez) e me fez acreditar que ainda temos salvação,... explico... na verdade essa Sra. ITAIS é funcionária da Secretaria da Saúde da nossa cidade, e fez uma declaração de amor ao SUS (Sistema Único de Saúde), dizendo que se trata de um órgão de uma extrema confiabilidade, e de uma utilidade ímpar,... ela, em poucas palavras me fez compreender que esse nosso "SUS", é o responsável pela imunização de várias espécies de doenças (serviço gratuito) desde a vacinação da "gotinha" da paralisia infantil, até outras que aqui agora não vou recordar, mas são todas aquelas vacinas que nossas crianças tomam nos postos de saúde, que fazem com que elas cresçam com toda a saúde possível, fiz questão de mencionar esta Senhora (Itais) pois são dessa pessoas que precisamos, que acreditem que saúde é coisa séria, que pode é deve ser gratuita, desejo que muitos se espelhem nessa "guerreira" e que defendam a saúde a todo custo...parabéns Sra. Itais.

Mas voltando ao triste fato da falta de medicamento para os portadores do HIV, será que nossas autoridades vão ficar com os braços cruzados?? é lamentável o terremoto que aconteceu no país amigo, Japão..., é triste ver as tempestades invadindo nosso país, desabrigando famílias, do norte ao sul, é terrível ver as guerras ignorantes pelo poder, por religiosidade, por simples diferenças de pensamento (na minha opinião), entretanto é muito mais triste e vergonhoso, virarmos as costas aos necessitados de medicamentos, não é admissível que se discutam verbas para construção disso ou daquilo, para corte em orçamento deste ou daquele ministério, nossos políticos e nós mesmos, temos obrigação de darmos um basta nessa necessidade....

As vezes me pergunto se existem "grupos" interessados em que não se encontre curas para determinadas doenças, pois se acharem a cura perderam "lucros" em seus "negócios"..., será possível que alguém tenha a coragem de "segurar" determinado medicamento, para que se possa aumentar seus lucros?? Não quero acreditar!!! mas por vezes me sinto propenso... seria eu um "idiota idealizador"??? um sonhador??... não sei... mas acredito que como eu muitos pensam... e são esses pensadores em comum que busco nesse momento, não vamos nos dar por vencidos... vamos cobrar... exigir se preciso..., precisamos dar verbas aos cientistas pesquisadores da cura,... Basta de gastos com segurança nacional, com parcerias para viagens ao Espaço..., Enriquecimento de Urânio..., armas para uma defesa... indefensável...!!! Você pode imaginar o que será gasto nessa Copa do Mundo em 2014??? o que será gasto nessas próximas eleições??? São valores absurdos... você ou alguém pode me responder quanto será empregado para pesquisas cientificas nesse mesmo período???

BRASIL... és forte,..impávido colosso!!! ...e nós, teus filhos jamais fugiremos a luta!!!

Que DEUS nos ilumine (a todos) ... Eu sou Brasileiro...confio na minha gente !!!

Eduardo Reina - Março de 2011

Colaboração de Eduardo Reina
Segundo grau ,vendedor a 30 anos,morador Atibaia a 12 anos,sou apaixonado pela cidade,sou festeiro,diretor da Mocidade da Vila,filiado ao PTB de Atibaia,casado ,3 filhos e 3 netos.